" Tudo o que vai volta, mas nem tudo o que volta encontra o que deixou."
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Eu e o snap chat não somos compatíveis. Para quem não sabe, snapchat - aplicação que como todas as outras, vicia, entretêm e dá imensos problemas! Sou a única a não conseguir abrir vídeos de alguns telemóveis?
Sabem algo que é raro? Encontrar pessoas que gostem de ler. Será que somos uma espécie em vias de extinção?

Isto é tão relevante. Quando é que ser virgem passou a ser uma vergonha? Porque é que passou a ser motivo de espanto e exclusão. O corpo é meu, a vontade é minha. Eu escolho com que partilho algo tão pessoal. E mais ninguém tem que comentar sobre isso. 

Eu não estou a chorar, foi pó que me magoou os olhos. Nada mais.
Eu ia a todo o lado. Perdão, corrijo o meu erro, eu vou a todo o lado. Só preciso da coragem que demora e parece que não chega, preciso de um motivo desmotivado de razão. Preciso de ir e pensar se quero voltar. Num espaço de tempo incerto, intocável, intangível. Quero ir e ser feliz. E você, para onde irão?

Adoro. Quero uma entrada assim. Tenho dito



" - Conta-me outra vez - disse Della Lee para a escuridão da noite, ao mesmo tempo que Josey se deixava dormir
 - Ele beijou-me - repetiu Josey para a almofada.
 - Não. Di-lo como o disseste da primeira vez.
Josey sorriu.
 - Foi o melhor primeiro beijo da história das primeiros beijos. Foi tão doce como açúcar. E foi quente, tão quente quanto uma tarte. O mundo inteiro abriu-se e eu caí lá dentro. Não sabia onde estava, mas não me preocupei. Não me importei porque a única pessoa que me importava estava ali comigo." - O Quarto Mágico, Sarah Addison Allen 

Sempre imaginei o meu primeiro beijo assim. Não correspondeu ás expectativas. Como foi o vosso?



Sonho com o dia em que, me cantarás esta música - sabendo que é a minha preferida. É o meu único desejo, sonho e anseio. Namorar com um tuno, que me cante músicas ao ouvido, toque para mim quando estou triste e me leve a visitar o mundo.
Porquê? 




"A liberdade não consiste em fazer tudo o que se quer, quando isso agride os outros. Mesmo que aquilo que agride os outros seja, para nós, perfeitamente aceitável. Só os ignorantes é que acham que a liberdade é fácil de gerir." - Miguel Sousa Tavares ; será que é preciso acrescentar mais alguma coisa?





Estou super zangada. Irritada, revoltada para lá do imaginável. Quando terminei a relação com o Menino ele deixou de me falar. Completamente, passei de 80 a 0 ( notem que éramos melhores amigos). Ignorava-me quando passava por mim, respondia-me torto quando eu tentava iniciar a conversa. Foram momentos negros, que ao fim de contas, magoavam.
No sábado fui a uma festa e ele estava lá. Foi estranho, e houve vários momentos constrangedores. No fim ele pediu para falar comigo, e estivemos muito tempo juntos - eu sentia saudades dele, é difícil de explicar. Quando me vinha embora ele abraçou-me, com tudo o que tinha, a saudade, a mágoa, a tristeza, a desilusão, a raiva...
Eu pensei que íamos entrar num novo caminho, e tal se verificou.
Porém mal eu chegava a casa ele mandava mensagem pelo facebook ou pelo viber. Estava nas aulas e recebia mensagens dele. Eu não tenho tempo para responder a tudo, simplesmente não tenho ! Entre a praxe, os ensaios do grupo, o ginásio, estudar para o código e tentar manter-me equiparada na matéria leccionada fico exausta. Ainda por cima ele é de uma rede diferente da minha, logo só lhe podia responder quando tivesse internet.
Como podem ver, eu não fui a pessoa mais faladora, portanto ele publicou um poema, bastante acusador para mim.
Mal o li todos os meus cabelos saltaram, as minhas pupilas dilataram e eu fiquei nervosa. Sim, nervosa numa segunda feira de manhã, devido a um poema.
Como tal, deixei-lhe logo uma mensagem no Facebook. Mas já não sei o que fazer.
Que berbicacho ! Como acham que devo proceder?
A primeira aprovação ! Quem não ficava contente? 

Este fim-de-semana estive super carente. Juro que deprimi por não ter namorado, por estar só, por estar com a cara cheia de pontas vermelhas. Hoje lembrei-me, não preciso de namorado e, mais vale só que mal acompanhada. Em relação à cara, fodeu migos! Não posso fazer nada. O que fazem para as borbulhas?

Tenho saudades dela, mas acho que a distância nos aproximou. Estranho?

Sexta dia 13, do mês nove de 2013, pelas 3 horas, fiz a minha primeira tatuagem. Quem tem também?

Não sei como beijar. E estou cheia de medo. E se estragar tudo?

Ele : Estamos num concerto
Eu: UAU, tão fixe ! Quem vai?
Ele: Eu e o meu "date"
Eu : És engraçado -.-
Ele: Family date, é a minha tia!
Eu: Ah, eu sabia.... Que concerto?
Ele:Aquele clube de jazz que te falei. Só espero que lhe ofereçam mais, para eu ter um encontro a sério



Ele : A única pessoa que quero levar num encontro és tu!

Ai senhora, a minha cara não conseguia ficar mais vermelha. O meu coração saltou um batimento. O que se passa?
  Era de noite. Tinha levado calções pretos. Curtos. Camisa branca, longa. Tinha esticado o cabelo, aplicado rimel, passado o batom. Calcei as sapatilhas e enfiei o casaco preto na mala.
Durante 3 semanas, esta noite brincava com a minha imaginação. Ia estar contigo. Tentei não fazer planos, tentei não criar expectativas. Tentei, sendo esta a palavra chave. Eu tentei com muita força.
A viagem de carro pareceu durar horas, é giro como o tempo passa devagar, tão devagar quando estamos ansiosas. Fui o caminho todo a mentalizar-me que eras tu. A mesma pessoa com que tinha infinitas conversas, todos os dias. O que poderia correr mal? Tanta coisa me pass
ou pela cabeça perante esta pergunta.
Quando chegamos, vi-te logo. Camisa branca, calças de ganga, sapatos brancos. Cabelo no ar. Brinco na orelha. Sorriso espetado. Vieste cumprimentar a minha boleia, aperto de mão forte. Abraçaste a filha. Dois beijinhos para mim. Dei por mim a pensar que a parte mais estranha tinha passado.
Enquanto esperávamos por o resto do grupo fomos fazendo conversa, um olhar ali, um sorriso aqui. Entramos no restaurante, ficaste perto, mas mesmo assim longe. Foi o jantar mais longo de sempre. Deu-me demasiado tempo. Demasiado tempo para pensar é perigoso. Extremamente, irremediavelmente perigoso.
No fim do jantar, inicio da noite, lá fomos nós. O grupo, a subir a avenida. Gostei de te sentir perto, ao lado, a falar, a rir, a brincar.
Enquanto subíamos, seguiam-nos uma multidão de desconhecidos, indiferentes ao nosso ritmo, ignorantes aos olhares. Vimos o espectáculo de luzes, ouvimos a música, mas de repente, como quando o inverno passa a primavera, a multidão multiplicou-se, e nós tínhamos de sair dali. Comecei a andar e estiquei a mão, esperando que alguém a agarrasse e me seguisse para fora do matadouro. E alguém agarrou, um toque quente e calmo, forte e confiante,  e antes de olhar eu já sabia que era a tua, e mesmo assim, ao olhar, o meu coração saltou um batimento.
Estavas tão perto, eu sentia a tua pulsação, cheirava o teu perfume e sentia a tua presença. Sentia-me bastante segura. Até tu a largares. Tínhamos chegado ao concerto. E foi assim a noite, quando andávamos pela multidão, tu esticavas a mão, e eu segurava. Fomos dar umas voltas, buscar um amigo teu, o que nos deu uns bons 15 minutos de conversa, sentados bem perto.
Digo isto, estava a morrer de frio, e após a quarta vez , aceitei a tua oferta e vesti o teu casaco. O cheiro intensificou, o calor aumentou e com ele subiu também a minha felicidade.
Depois do concerto, quando nos sentamos na berma do passeio, puseste o braço nos meus ombros e eu aprendi que os nossos corpos se completavam bastante bem, a minha cabeça caía bem nos teu ombros, e o teu braço encaixava bem comigo.
E quando só ficamos três, eu, tu e o teu amigo, o frio se intensificou e tu te chegaste mais perto eu agradeci aos anjinhos do tempo, que desceram as temperaturas e te trouxeram para mais perto.
Só posso dizer que nessa noite, fui de sorriso para a cama. Extasiada com emoções. E esperando com todo o meu ser, para não estragar isto tudo.



Sinto uma mudança de ares. Estou com medo.